13 de abril de 2016

MESMO SOBRANDO, FALTA...




Amigos...

Mesmo sobrando espaço, falta educação.  Eu vi esse vídeo de um equipamento em desenvolvimento pelo O BICICRETEIRO para um projeto de avaliação do grau de educação dos motoristas no Brasil.  Projeto brilhante e muito bem vindo.

O equipamento do projeto é muito válido, especialmente porque não apenas apita, ilumina, avisa ao ciclista que mais um "monstrorista" está se aproximando para uma fina, mas registra em termos NUMÉRICOS a distância que o carro está passando, dia, hora e local via GPS, e até filmará ou fotografará o "meliante".

A coisa é mesmo de educação.  Hoje, 5:40 da manhã, eu e 3 faixas de rua vazias no Espinheiro.  Eu pelo canto, passa uma cinquentinha colado, uma fina altamente desnecessária.  Uns 10 minutos depois, na Mario Melo, outro carro se espreme em cima da ciclofaixa a mais de 500 metros do retorno que ele queria fazer.  Só que me espremer não era necessário, a avenida estava vazia.

Este tipo de sensor já existe no mercado.  Eu mesmo já mostrei alguns exemplos aqui e aqui. Uma pesquisa no Google Imagens mostra dúzias de soluções nesse sentido, mostrando que o problema não é apenas Madalena, Recife, Brasil, América do Sul. É em toda Terra!  Falta respeito, falta educação.

E para não se falar que não sugiro nada: que tal a POLÍCIA ou a CTTU, a quem cabe a responsabilidade de educar os "monstroristas", mesmo que seja na marra e na multa, poderia equipar alguns fiscais em bicicleta equipadas com equipamentos assim, e sair "caçando" literalmente quem não respeita ciclista. Nada como umas multinhas para enquadrar rapidinho os descuidados. Mas nada de botar CTTU bem grande nas costas.  Tem de ser anônimo. Essa sim é uma BOA indústria da multa!

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28 de março de 2016

DÁ VERGONHA...


Toda em vermelho, quase nivelada com a calçada, com passagens de pedestres em vermelho e branco, bem sinalizadas. Olhaí, Prefeitura do Recife, é assim que se faz quando se trabalha para as pessoas e não para os carros! Foto: (c)Gero!@2016
Amigos...

Toda vez que vou à João Pessoa, vejo uma cidade crescendo para as pessoas. Dá vergonha de ver que Recife, muito maior e politicamente mais influente, não consegue dar os passos necessários para melhorar a mobilidade dos seus cidadãos.

Alguns meses atrás, vi a prefeitura de lá reformando o calçadão da praia.  Pensei que ia ficar nisso.  João Pessoa tem crescido como destino turístico pelas suas praias, sua relativa tranquilidade quanto a assaltos e meliantes em geral, e por uma boa rede hoteleira.  Melhorou ainda mais quando terminaram a reforma da BR101.  A prefeitura sabe dessa destinação turística, e investe para isso.

O calçadão da orla de Tambaú e Cabo Branco foi assim reformado. E junto, reformaram a ciclovia da orla e as passagens de pedestres.  Ciclovia e passagem agora são marcadas em vermelho.  As passagens são em nível, obrigando a redução da velocidade.  A orla também é cheia de câmeras e pardais, controlando a velocidade dos carros.  Eu aprovo 100%.

Mas tem mais.  Em ilhas colocadas onde antes era vaga de carro, foram construídos pontos de parada, com paraciclos e bancos.  Quase um PARKLET, mas de concreto, fixo. E os paraciclos são adequados, e não entortam as rodas.

Detalhe dos paraciclos colocados nos parklets permanentes,
ao longo da ciclovia da orla de João Pessoa. Foto: (c)Gero!@2016
Resumindo, fiquei com vergonha de termos eleito, mais uma vez, um político marketeado de sustentável, mas que no fundo não chega nem no chulé do prefeito de João Pessoa!

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29 de fevereiro de 2016

MERCADO & CRISE



Amigos...

O vídeo acima é de uma grife francesa, a OLOW,  lançando sua coleção primavera-verão 2016 para ciclistas, ROUES LIBRES/RUAS LIVRES.  Uma marca que eu não conhecia, não sei se é antiga ou nova. Mas que tem algo de inovadora.

O propósito de apresentar esse vídeo é que vivemos uma crise de negócios, empregos e dificuldades políticas.  Muita gente sem emprego resolve montar negócios, e vai para o óbvio: comida ou pequenos serviços. Um dia isto vai saturar o mercado.  Enquanto isto, existem nichos de mercado não explorados e que permanecem ignorados.

Muitos ciclistas não pedalam usando calças, preferindo as bermudas acolchoadas (eu no meio!), porque as partes íntimas ficam mais protegidas.  O vestuário adequado é essencial, apesar de que alguns "magrinhos" acham que não.  Não é no s... deles que as bermudas e calças normais pegam!  É um problema que se resolve com o redesenho das calças, escolha dos tecidos, enfim pensando. Os ciclistas esportivos como atletas são relativamente bem servidos de vestuário, mas o nicho de mercado dos ciclistas urbanos é praticamente inexplorado no Brasil. E vestuário é uma indústria enorme no interior de Pernambuco.

Outro problema, e ai ainda mais específico, é o fato de que Recife é uma cidade quente e úmida, onde a escolha do tecido é fundamental para ter um uso agradável. Mesmo assim, quantas "grifes" saturam o mercado de camisas com proteção UV feitas de fibras plásticas artificiais?! Será que não se encontra um tecido melhor, mais fresco e ventilado, ou um design que torne as camisetas mais confortáveis sem ficar "pegando" no suor de forma tão desagradável?

Um terceiro nicho esquecido é o de bolsas e equipamentos similares. Você encontra até algumas iniciativas legais, mas a um preço difícil de ser compatível com o mercado local. Será que ninguém pensou em importar isso da China? Existem 68.000 produtos só no Ali Baba Express no quesito BIKE BAG!  E os preços, são imbatíveis. Quer sair do nada, seja criativo!

Resumindo, quer ganhar dinheiro, fareje os nichos, procure resolver os problemas que já existem no mercado, procure soluções, invente. Saia do lugar comum que todo mundo faz, do que todo mundo usa para resolver o problema. Aquilo que todo mundo faz, vende menos. Quer ir para frente, INOVE!

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25 de fevereiro de 2016

#BELIEVE


Sensacional....

15 de fevereiro de 2016

BOM PARA ESTRADAS, MAS NA CIDADE...


Amigos...

O vídeo tem uma nova ferramenta da GARMIN para proteger o ciclista. Um sensor de aproximação colocado no canote do selim, e que avisa ao ciclista que "algo" se aproxima por trás. A ideia não é nova, já vi alguns passando por aqui nos últimos anos, mas não por uma marca conceituada de material para navegação como a Garmin. De qq forma, talvez pegue.

O problema é que nas cidades, a ameaça vem de todos os lados. Algumas a gente consegue controlar, como pedestres andando nas ruas. Mas portas de carro se abrindo de repente ao seu lado ou carros se projetando em alta velocidade em um cruzamento, são mais difíceis de prever.

Certo mesmo é lutar por um tráfego a menor velocidade, pelo respeito a todos os presentes no tráfego, e ao desenvolvimento de uma consciência maior da responsabilidade de estar ao volante.

O resto, é paliativo.

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DE OLHO NA BIKE



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Ei, QUER SUA FOTO AQUI TAMBÉM? Se tiver bicicleta nela, vale! Mande com uns 800 pixels de largura maior para CONTATO.RL@GMAIL.COM, com marca d'água, nome, email e/ou telefone. Atualizado todo final de semana.
No aguarde!

Original ROGÉRIO LEITE @ 2010