NOTICIAS FRESQUINHAS...

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4 de fevereiro de 2016

10 idéias para pedalar melhor na cidade...

Foto: (c)GERO@2015
[ESSA FOTO TEM COPYRIGHT, SE QUISER USA-LA, PEÇA PRIMEIRO!]

1 - O ciclista é pequeno, mas não é o menor: respeite o pedestre!
2 - Escolha seu caminho pela facilidade e segurança!
3 - Sinalize suas intenções, SEMPRE!
4 - Ônibus não gosta de você, respeite isso e a ele!
5 - Se você não for NINJA, garanta que você está sendo visto!
6 - A calçada e a contramão não são suas. Mas se for mais seguro, use-as!
7 - O engarrafamento é seu amigo, mas nem por isso você deve abusar!
8 - Melhor ser "árvore de natal" vivo, que virar um morto cheio de estilo!
9 - Você pode ser muito bom, mas o tráfego está cheio de gente muito ruim!
10 - Se você respeitar, existe uma boa chance que te respeitem também! Ou não!

Autor: Eu mesmo, elucubrando enquanto pedalo pela cidade...

12 de janeiro de 2016

CICLISTA QUE BOCEJA = SEGURO!

Foto daqui


Amigos...

Um novo indicador de segurança no pedalar foi introduzido pelo COPENHAGENIZE.COM, o ato de bocejar! Sim, aquele "bocão" gigante que você faz quando dormiu pouco e tem de pedalar para o trabalho, e é associado injustamente a preguiça, moleza, tranquilidade. Pois bem, em Copenhagen e em outras cidades civilizadas, bocejar enquanto pedala é sinal de pedal tranquilo, de pedal seguro, sem receios.  Você fica mais tranquilo, fica menos tenso, e enche a cidade de bocejos matinais. Ichi, até eu bocejei agora! kkkkkkk

Verdade que, no Recife, estamos muito longe de podermos bocejar com segurança, em qualquer veículo. Ou estamos sob constante ameaça de assalto e furto em um carro, ou somos alvos dos "monstroristas" quando pedalamos ou andamos.  Creio que esse deve ser um sofisticado sistema de "controle populacional". Como os terrestres estão se reproduzindo mais que "preá", e os políticos precisam dos recursos "extorquidos" da população para seus próprios interesses, é preciso criar formas criativas de reduzir a população (LITERALMENTE MATAR GENTE). Que tal deixar "eles se matarem-se a si próprio"?  A gente bota polícia, mas não suficiente; bota fiscal, mas não suficiente; bota câmera, mas não suficiente!  Resumindo, "olha, a gente está trabalhando, mas é muito problema, a gente precisa de mais dinheiro seu, vamos criar mais imposto, aumentar os que já tem, etc.." Tudo no básico! Muito básico mesmo!

Teorias... que se você pensar direito, nunca vão deixar a gente bocejar tranquilamente!

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8 de janeiro de 2016

UM ESTRANHO VERÃO

SONHOS DE UMA MANHÃ DE VERÃO - Ver estes símbolos em toda a cidade...

Amigos...

Que estranho esse verão de 2015-2016... dias nublados, chuvas aqui e ali, sol tímido e por vezes, oculto.  Creio que é o El Ninõ, que esse final de ano está literalmente "com a macaca"! Bons dias para pedalar, no entanto.  Mais frescos, menos azucrinador dos "enlatados".  O calor é um agravante para o tráfego, os "monstroristas" ficam alucinados em suas "latinhas" engarrafadas expostas ao sol escaldante do Recife.  Com o tempo mais frio, diminui essa agitação "malecular", os cabras ficam mais tranquilos.  Claro que só isto não basta ou o trânsito em cidades geladas seria sempre ótimo com os ciclistas, o que não acontece.  Mas ajuda.


Ajudaria também se a PCR tivesse cumprido tudo que prometeu no começo dessa gestão. Continuamos esperando os quilômetros de ciclovia prometidos, as rotas idealizadas, os caminhos por onde podemos passar sem ficar medindo a quantidade de risco existente. Realmente, essa gestão não fez muito, aliás como todas as quatro anteriores e até mais longe. Será que sempre tivemos prefeitos ruins, covardes e dependentes dos "donos" do poder e não notamos? O poder realmente não é da PCR, mas das empresas e das "ideias" de alguns "donos" da cidade.  Ciclovias? "Coisa de comunista!" Melhorar transporte público para os menos favorecidos? "Eles que se lasquem!" Vivemos tempos de descaso, cada vez mais gritantes.

Mas 2016 é ano de eleição.  Quem sabe aparece um bom candidato, alguém realmente corajoso, capaz de enfrentar os "sugarlords carrocráticos", que se acham donos da cidade (e até talvez sejam, economicamente falando!)... vamos ter esperança, mas vamos continuar pedalando...

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26 de dezembro de 2015

FRENTE E VERSO...

EXEMPLO: de A a B. Rota mais simples é a laranja, mas tem uma quadra (em azul) na contramão. Rotas para carro, em verde ou roxo, longas demais... Ninguém vai esperar que a gente as escolha!

Amigos...

Aqui o problema da contramão se traduz melhor por ter duas opiniões, contrárias mas ao mesmo tempo complementares. 

Contrárias porque ninguém acha realmente correto pedalar na contramão do fluxo, não só porque é mais perigoso em caso de choque com os carros, mas porque cria surpresas inesperadas aos pedestres (que olham para o lado dos carros quando atravessam) e aos motoristas (que também olham os que vêm no sentido do fluxo).  Complementares porque quem pedala não acha justo um sistema viário que o obriga a dar longas voltas no trajeto projetado para os carros, quando uma ou duas quadras na contramão simplificaria seu caminho e esforço. Como o sistema viário tem de arrumar espaço para tantos carros, mais e mais voltas, retornos distantes, ruas laterais são envolvidas para tentar reduzir os engarrafamentos. Quase sempre, porém, causam mais engarrafamentos ou simplesmente os transferem para outro local.

Assim, dando continuidade as ideias, temos que acomodar conceitos de fluxos simples, caminhos curtos e seguros, com uma transgressão a lei ao pedalar na contramão.  A regra de pedalar sempre na direção do fluxo existe, mas foi feita numa época de menos carros, de fluxo mais direto entre A e B.  Agora, fica cada dia mais injusto ao nos obrigar a dar voltas e mais voltas seguindo a rota dos carros. E isso mesmo que seja muito divertido pedalar, às vezes, a gente precisa ir mais rápido. Portanto, a estrutura cicloviária deve seguir um conceito de rotas de interesse. Muitos críticos dizem que as ciclofaixas ou ciclovias ficam vazias enquanto ciclistas preferem ir por outras paralelas ou rotas diagonais. Mas será que o projetista pensa como ciclista? Será que entende o problema real de ir de A a B?  A pensar....

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22 de novembro de 2015

CICLOFAIXA MARCO ZERO - IGARASSU 1: AURORA

Fonte do mapa: GoogleMaps. Linha em vermelho = CICLISTA EM RISCO. Linha em verde = CICLISTA PROTEGIDO.
Série REPORTES ESPECIAIS

Amigos

A PCR anunciou a intenção de estabelecer uma rota turística com uma ciclofaixa ligando o Marco Zero a Olinda, e futuramente a Igarassu.  A despeito das "boas intenções", o projeto tem vários empecilhos no meio do caminho, e para nem falar nas ideias "criativas" de quem trabalhou nele.


A paisagem até pode justificar...

A começar pela travessia da Ponte Santa Isabel, entre a praça da República e a Rua da Aurora.  A sugestão "criativa" foi que os ciclistas DESMONTEM e EMPURREM a bicicleta pela calçada! Muito criativa. Esse pessoal devia ganhar um prêmio: o IGNOBEL - O PRÊMIO PARA PESQUISAS SEM PÉ NEM CABEÇA. Definitivamente, o projetista nunca subiu numa bicicleta, ou subiu apenas para fazer uma "foto política", se isso saiu da cabeça de quem eu penso!

Descendo da ponte, entramos na rua da Aurora, e o projeto sugere que a ciclofaixa vá pelo cais da Aurora, onde já tem mesmo uma ciclovia INFORMAL (1).  Informal porque não tem marcação, sinalização, nada que diga que é, mas também não diz que não é, e tem cara de pista de cooper ou ciclofaixa.  Então vamos admitir que os ciclistas sejam melhor protegidos indo pelo cais, o movimento é grande, mas afinal rota turística fica privilegiada pelo cais, paisagem linda na maré cheia.  Porém, na maré vazia é que o bicho pega.  O manguezal é um depósito de lixo que tem de tudo. De pneu, televisão, colchão, até uma infinidade de lixo pequeno, sacos, garrafas, etc.  Muito turístico, bem descritivo de uma cidade que vive no mangue, mas não satisfeita quer morar mesmo é no lixão!
...desde que não se olhe de perto!  Lixo de todo tipo!


Seguindo por essa ciclofaixa, começam alguns problemas.  Em determinado ponto ela faz a volta, mais ou menos na frente do prédio do Banco Central (2), onde uma área enorme de estacionamento interrompe as possibilidades de passagem. O mais provável, jogar o ciclista na rua.  Porque logo a frente, depois do estacionamento tem uma pequena praça que termina na grade da Associação Brasileira do Cimento Portland (3) e seu estacionamento, tudo praticamente colado com a Ponte Limoeiro. 

Resumindo, esse é o trecho que achei que seria mais seguro, mas que é apenas metade seguro.  Duvido que a PCR tenha coragem de tomar espaço do carro na rua da Aurora para colocar um caminho seguro para o ciclista, assim como também acredito que não terá força para tomar espaço da Associação do Cimento Portland.

O ciclista nesse trecho, continuará sendo um ninguém!

COMENTEM!!!

obs: em breve analisarei outro trecho, ainda mais cavernoso: Aurora-Agamenon.

DE OLHO NA BIKE



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Ei, QUER SUA FOTO AQUI TAMBÉM? Se tiver bicicleta nela, vale! Mande com uns 800 pixels de largura maior para CONTATO.RL@GMAIL.COM, com marca d'água, nome, email e/ou telefone. Atualizado todo final de semana.
No aguarde!

Original ROGÉRIO LEITE @ 2010